Obtenha um Orçamento Gratuito

Nosso representante entrará em contato com você em breve.
E-mail
Whatsapp / Telemóvel
Nome
Nome da Empresa
Mensagem
0/1000

Por Que a Seleção do Material É Mais Importante do Que a Marca nas Peças do Trem de Terra

2026-02-20 20:27:20
Por Que a Seleção do Material É Mais Importante do Que a Marca nas Peças do Trem de Terra

As Propriedades do Material Superam a Reputação da Marca em Peças de rodagem Durabilidade

image(976caa16e9).png

Dureza, Composição da Liga e Tratamento Térmico como Principais Determinantes da Vida Útil

A durabilidade das peças do trem de aterragem depende principalmente do material de que são feitas, e não do nome estampado na embalagem. A dureza dos materiais, medida por meio de escalas como as de Brinell ou Rockwell, desempenha um papel fundamental na sua resistência à sujeira e às partículas abrasivas. Há também a composição real das ligas metálicas utilizadas: peças com teores mais elevados de carbono e cromo tendem a manter melhor a integridade sob esforço e a resistir à degradação ao longo do tempo. O processo de tratamento térmico também é determinante: quando o aço passa por têmpera e revenimento adequados, sua estrutura interna sofre transformações que aumentam sua resistência. Contudo, se esse processo não for executado corretamente, podem surgir problemas como tensões residuais ou transformações incompletas, levando ao aparecimento prematuro de trincas. Testes reais demonstraram que peças fabricadas conforme a norma ASTM A148 normalmente apresentam uma vida útil cerca de 40% maior em condições severas, comparadas a opções mais baratas. Por vezes, empresas menores superam marcas consagradas simplesmente porque aplicam técnicas adequadas de tratamento térmico em seu aço-liga 4140, em vez de reduzir custos utilizando materiais inferiores.

Evidência do Mundo Real: Máquinas de Modelo Idêntico Apresentando Taxas Divergentes de Falha devido a Substituições de Materiais Não Verificadas

Colocar duas escavadeiras para trabalhar lado a lado na mesma pedreira de granito demonstrou exatamente quão diferentes podiam ser suas durabilidades. Uma delas precisou ter seu conjunto de deslocamento substituído após apenas 1.200 horas de operação, enquanto a segunda máquina continuou funcionando por mais de 2.000 horas antes de necessitar de manutenção. Ao investigar mais profundamente as causas desse fato, metalurgistas identificaram o problema nos buchas das esteiras, que haviam sido substituídas sem verificação adequada. As buchas responsáveis pelos problemas apresentavam cerca de um quarto a menos do teor de vanádio especificado pelos fabricantes de equipamentos originais, o que as fez desgastar-se quase duas vezes mais rapidamente do que o esperado. Situações como essa deixam claro que o fator realmente decisivo não é quem é o fornecedor, mas sim se existem certificações materiais adequadas disponíveis. De acordo com diversos estudos sobre confiabilidade e desempenho de máquinas, os equipamentos tendem a apresentar falhas três vezes e meia mais frequentemente quando as peças não são acompanhadas de relatórios verificados de composição química ou de resultados de ensaios de dureza. Para qualquer pessoa que adquira peças de reposição, portanto, obter informações detalhadas sobre os materiais é sempre preferível a depender exclusivamente dos nomes das marcas.

Requisitos Específicos de Material por Componente para o Desempenho Ótimo de Peças do Trem de Terra

Correntes e Sapatas de Esteira: Aço-Liga de Alto Teor de Carbono versus Ferro Fundido em Condições Abrasivas

As correntes e as placas de esteira utilizadas em pedreiras, trabalhos de demolição e áreas acidentadas e rochosas desgastam-se rapidamente devido ao constante atrito e raspagem contra os materiais. No que diz respeito à sua composição, o aço-liga de alto teor de carbono destaca-se claramente em comparação com o ferro fundido convencional. A maioria dos aços-liga apresenta dureza entre 45 e 55 na escala de dureza, enquanto o ferro fundido atinge apenas cerca de 20 a 30. Isso é relevante porque materiais mais duros têm maior durabilidade em condições adversas. As ligas de cromo-molibdênio suportam melhor os impactos sem deformar ou entortar, ao contrário do ferro fundido, que contém inclusões frágeis de grafite que simplesmente se fissuram sob tensão. Em aplicações com elevada abrasão, o aço-liga mantém sua forma por muito mais tempo do que alternativas. Estamos falando de melhorias na vida útil relacionadas ao desgaste de aproximadamente 30 a 50 por cento em condições reais de operação. É verdade que o aço-liga tem um custo inicial mais elevado, mas considere a frequência com que as peças precisam ser substituídas e o tempo perdido durante a manutenção. Isso torna o aço-liga um investimento mais inteligente a longo prazo para equipamentos que operam sobre pilhas de cascalho, rochas fragmentadas ou qualquer tipo de material britado.

Roletes, rolos tensoras e buchas: distribuição superior de carga e resistência ao desgaste do aço cementado

Acertar rolos, roletes e buchas significa encontrar aquele ponto ideal entre dureza superficial para resistência ao desgaste e resistência suficiente do núcleo para suportar impactos quando as condições ficam adversas. A cementação superficial faz exatamente isso, utilizando processos controlados de cementação que criam uma camada externa com dureza na faixa de 58 a 62 HRC, mantendo o interior mais macio e flexível. Essa construção em duas camadas evita aquelas pequenas lascas indesejadas que se soltam durante ciclos repetidos de tensão — algo que materiais temperados convencionais simplesmente não conseguem evitar sem trincar completamente. O revestimento resistente também ajuda a reduzir o atrito contra os trilhos metálicos e distribui melhor os pontos de pressão em todas aquelas pequenas áreas de contato dos rolamentos. Testes práticos confirmam esse desempenho: componentes cementados superficialmente duram cerca de 40% mais tempo antes de precisarem ser substituídos em ambientes de alta exigência, como minas e florestas, onde os equipamentos operam continuamente, dia após dia. Esse tipo de longevidade se traduz em economias reais ao longo do tempo, pois as equipes de manutenção não precisam mais substituir peças com tanta frequência.

Esteiras de Aço vs. Esteiras de Borracha: Adequação do Material das Peças do Trem de Terra às Exigências da Aplicação

Análise de Resistência ao Desgaste, Compatibilidade com o Terreno e Custo Total de Propriedade

A decisão entre esteiras de aço e esteiras de borracha realmente determina o desempenho desses componentes do trem de rolamento ao longo do tempo, especialmente ao considerar fatores como taxas de desgaste, capacidade de operação em diferentes tipos de terreno e custos totais ao longo da vida útil. Ao trabalhar em ambientes agressivos, como pedreiras ou canteiros de demolição, as esteiras de aço temperado destacam-se por sua incrível resistência ao desgaste e conseguem suportar todo tipo de detritos afiados sem se deteriorarem. As esteiras de borracha funcionam melhor quando a proteção das superfícies e o conforto do operador são prioridades máximas — pense, por exemplo, em projetos de construção urbana, manutenção de jardins ou trabalhos em vias pavimentadas. Contudo, essas opções em borracha têm vida útil curta em ambientes com rochas irregulares ou materiais abrasivos, que as desgastam rapidamente. O tipo de terreno também desempenha um papel fundamental nessa decisão. As esteiras de aço proporcionam estabilidade absoluta às máquinas em encostas íngremes com inclinações superiores a 20%, embora deixem marcas no asfalto e causem fissuras em superfícies de concreto. Já as esteiras de borracha reduzem significativamente as vibrações e os níveis de ruído durante a operação — uma vantagem notável em áreas urbanas —, mas apresentam sérias dificuldades de aderência em condições de lama argilosa, perdendo cerca de trinta por cento de sua tração habitual.

Forjamento, Fundição e Usinagem: Como o Método de Fabricação Define a Longevidade das Peças do Conjunto Inferior

Integridade Microestrutural: Por Que as Peças Forjadas do Conjunto Inferior Resistem Melhor à Falha por Fadiga do Que as Equivalentes Fundidas

A forma como algo é fabricado realmente importa quando se trata de sua capacidade de resistir a estresses repetidos ao longo do tempo. Tome, por exemplo, a forjagem. Quando os fabricantes aplicam pressão sobre o metal aquecido durante a forjagem, eles efetivamente alteram a forma como os grãos se alinham no interior do material. Esse processo elimina aquelas incômodas vazios internos e problemas de porosidade que enfraquecem outros materiais. O resultado é uma estrutura de material muito mais uniforme, capaz de distribuir o estresse de maneira mais homogênea pela superfície, em vez de permitir que microfissuras se iniciem em um único ponto. As peças fundidas contam, no entanto, uma história diferente. Elas tendem a apresentar diversos problemas, como bolhas de ar aprisionadas no interior, áreas onde o metal não preencheu adequadamente o molde e inclusões de materiais estranhos. De acordo com estudos recentes publicados no *Journal of Materials Processing* no ano passado, essas falhas podem gerar concentrações de estresse até três vezes maiores que o normal nas suas bordas. Além disso, como os limites de grão não são contínuos, como ocorre nas peças forjadas, as trincas tendem a se propagar mais rapidamente quando submetidas a cargas contínuas e vibrações.

Quando se trata de aplicações com grande impacto e vibração, como operações de mineração ou trabalhos pesados de movimentação de terra, os benefícios estruturais da forjagem realmente fazem toda a diferença. Testes reais demonstram que componentes forjados do trem de rolamento conseguem suportar cerca de 50% mais ciclos operacionais antes de falharem, comparados às alternativas fundidas. Além disso, apresentam uma vida útil aproximadamente 30% maior entre substituições quando expostos a ambientes abrasivos severos. É verdade que a fundição pode parecer mais barata à primeira vista, mas peças forjadas resistem melhor ao longo do tempo em equipamentos onde a confiabilidade é o fator mais importante. Isso significa menos paradas inesperadas no local de trabalho e, em última análise, gera economia ao longo de todo o ciclo de vida da máquina.

Perguntas Frequentes

P: Quais são os principais fatores que determinam a durabilidade das peças do trem de rolamento?
R: Os principais fatores incluem a dureza dos materiais, a composição das ligas metálicas, os processos de tratamento térmico e os métodos de fabricação, como forjamento versus fundição.

P: Como o aço-liga de alto carbono se compara ao ferro fundido para correntes e sapatas de esteira?
R: O aço-liga de alto carbono é geralmente mais resistente, com classificações de dureza entre 45 e 55, comparado às classificações do ferro fundido, que variam entre 20 e 30. O aço-liga oferece maior vida útil contra desgaste e melhor resistência à abrasão.

P: Quais são as vantagens das peças forjadas do trem de rolamento em comparação com as peças fundidas?
R: As peças forjadas normalmente apresentam uma estrutura contínua de grãos e menor porosidade, o que resulta em uma distribuição mais uniforme das tensões e maior resistência à fadiga, proporcionando uma vida útil operacional mais longa.

P: Qual é a opção mais adequada para diferentes tipos de terreno: esteiras de aço ou esteiras de borracha?
R: As esteiras de aço são ideais para superfícies irregulares, ásperas e de alta abrasão, enquanto as esteiras de borracha são mais indicadas para ambientes de baixo impacto, como áreas urbanas e vias pavimentadas.

email goToTop